Minerais e eletrólitos em cavalos

5 04 2010

EQUISTRO ELYTAAN – INFORMAÇÃO CIENTÍFICA


Os
minerais correspondem a aproximadamente 4% do organismo animal, sendo
que os sete principais – Ca, P, Mg, Na, K,Cl e S, estão presentes em
quantidade muito superior do que os outros oligoelementos, os quais são
mais de trinta. Alguns destes minerais, por exemplo  Ca, P e Mg
desempenham funções na forma sólida como reservas e preenchimento, por
exemplo, nos ossos. Minerais dissociados nos líquidos celulares, dentro
e fora das células, desempenham funções na forma de íons positivos e
negativos como ativadores de todos os processos biológicos.

Os eletrólitos mantém, dentro de uma estrutura altamente organizada, a
tensão eletrolítica entre os meios intra e extracelular e facilitam a
absorção de nutrientes pela membrana celular bem como a remoção de
catabólitos (por exemplo, através da bomba de sódio e potássio). Os
eletrólitos mantém a pressão osmótica e o equilíbrio ácido básico e
facilitam o transporte de substâncias e a comunicação entre as células
bem como respostas a estímulos como contração muscular, liberação de
hormônios, neurotransmissores, etc. Alguns eletrólitos como Na, K, Cl e
Ca têm importância geral, enquanto que outros desempenham apenas
funções metabólicas específicas. 


Este
sistema funciona apenas na presença de água e eletrólitos suficientes,
não são esperadas falhas em uma animal saudável. Doenças como enterite
e infecções febris, bem como rações com alto nível de energia, ou
processos naturais como parto podem comprometer o equilíbrio de água e
eletrólitos. Em uma cavalo com sudorese ativa, isso também pode ocorrer
devido a cargas externas como períodos prolongados de exercício e
transporte, resultando em uma maior perda de água e sais.
Os
valores ideais nesses casos são aqueles que deixam o cavalo compensar
parte dessas perdas imediatamente, permitindo que o mecanismo de
controle do organismo se torne efetivo mais rapidamente. As vitaminas e
aminoácidos que também influenciam o metabolismo também podem auxiliar
nesse processo.

EQUISTRO ELYTAAN é um suplemento líquido para cavalos contendo os seguintes eletrólitos:

  • Na, K, Cl, Ca, Mg e
  • S, Fe, Cu, Zn e Mn,
  • Niacina e ácido pantotênico,
  • Lisina e metionina.

Pode ser usado para a suplementação diária de minerais, vitaminas e aminoácidos necessários para a vitalidade fisiológica.


Pode
ser administrado após doenças, intervalo entre competições, como parte
dos cuidados iniciais com éguas logo após  o parto ou antes do
transporte ou exercícios físicos para diminuir o tempo de recuperação,
recuperar o potencial de performance e repor imediatamente as reservas
disponíveis sempre que os  níveis de exigência estiverem altos. 
O
conteúdo mineral do EQUISTRO ELYTAAN é formulado de acordo com os
eletrólitos que são perdidos no suor, apesar de não ser possível
repô-los completamente. Isto se aplica particularmente ao Na e Cl. Por
sua formulação líquida e dose relativamente pequena de 10-40 ml o
EQUISTRO ELYTAAN pode ser administrado sobre o alimento, na água de
beber ou diretamente na boca do animal.
Assim animais que não querem beber água (devido a uma desidratação
iso-osmótica) podem receber a dose inicial oralmente. Este método
também pode ser empregado em animais que não podem receber grandes
volumes de líquidos devido a exercício subseqüente. Uma administração
adicional para repor as perdas pode ser realizada conforme o
necessário.

Os nutrientes contidos em cada dose do EQUISTRO ELYTAAN contribuem para
a estabilização da capacidade de performance, em particular quando
usado diariamente para complementar a ração, devido ao suporte
enzimático e sua influência no metabolismo energético (ácido
pantotênico, niacina e Mn) e/ou metabolismo de proteínas (ácido
pantotênico, niacina, lisina, metionina e Mn).

fonte : porforadaspistas

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Quer aprender a desenhar cavalos?

2 04 2010


Achei um tutorial que ensina a desenhar cavalos.  Eles foram feitos por um ex-ilustrador da Disney, chamado Lee J. Ames.

 Com esses traços fica fácil de desenhar cavalos.

Como desenhar um cavalo empinando

Como desenhar apenas a cabeça de um cavalo

fonte hipismo & Co

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“Glória de Campeão” conquista a Taça do Mundo do Dubai

29 03 2010



Glória de Campeão
Foto: AP

O
cavalo brasileiro “Glória de Campeão” ganhou neste sábado a Taça do
Mundo do Dubai
2010, arrecadando um prémio de US$10 milhões, o maior do
mundo no desporto.

Montado por Tiago Pereira, o cavalo conquistou a vitória apenas após a
análise do “photo finish” que apontou a vantagem por um nariz sobre
Lizard’s Desire, treinado pelo sul-africano Mike de Kock, que terminou
em segundo lugar.

“Esta foi a vitória da minha vida. É incrível – disse Tiago, cujo cavalo é treinado pelo francês Pascal Bary.

A corrida disputada no fabuloso hipódromo Meydan no Dubai, contou com
oito cavalos. “Glória de Campeão” manteve a liderança desde o início,
sendo seguido de perto por Lizard’s Desire, que chegou a celebrar o
sabor da vitória antes de saber o resultado final.

Segundo Pascal Bary, a chave da vitória “foi o coração” do cavalo, além
de outros factores como as condições do terreno e a troca de jockey no
ano passado.

À terceira foi de vez para Glória de Campeão, já que o cavalo ficou em
8º lugar em 2008 sendo batido por Curlin e em segundo em 2009, atráz de
Well Armed.

fonte : equisport – pt

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Principais Doenças Equinas

26 03 2010

 



 

Garrotilho, Gurma – adenite eqüina

Sintomas: Corrimento nasal acompanhado de tosse; gânglios faringianos, sub-linguais, submaxilares e proparotídeos aumentados, dificultando a respiração, podendo asfixiar.
Lesões: abscessos contando pus cor creme na região faríngea; baço aumentado com focos purulentos.
Material para exame: em geral não é necessário, pois é fácil o diagnóstico pelos sinais clínicos.
Profilaxia: desinfecção dos boxes, baias, bebedouros, cochos e demais instalações e vacinação.
Tratamento: isolar os doentes e manter em observação os suspeitos; vacinar.

 

Tétano

Sintomas: rigidez geral ou localizada; “trismus” maxilares; narinas dilatadas cabeça distendida, orelhas levantadas e aproximadas; cola erguida; olhos fora das órbitas; locomoção dificultosa e febre elevada.
Lesões: não existem lesões típicas à necropsia.
Material para exame: pus ou raspagem das feridas contaminadas para isolamento do germe pouco usado.
Profilaxia: desinfecção das feridas acidentais e cirúrgicas, notadamente a dos membros, que devem ser protegidas com pensos; soro antitetânico; assepsia do instrumental cirúrgico.
Tratamento: urotropina, antiespasmódicos e soro antitetânico em doses maciças; a não ser no início da doença, isso é de pouco valor. Manter o animal abrigado dos raios solares, chuva, barulho e outros agentes existentes.

 

Mal das cadeiras, tripanossomíase (t.equinum)

Sintomas: emagrecimento progressivo, febre intermitente e remitente, paralisia dos membros posteriores, que fazem deslocar os membros de um lado para outro quando o animal troteia; progredindo a paralisia, o que obriga o animal a permanecer em decúbito até a morte.
Lesões: nenhuma característica a não ser anemia e icterícia Material para exame: esfregaços de sangue. Profilaxia: isolamento das áreas suspeitas; sacrificar os doentes mais graves queimar os cadáveres.
Tratamento: quimeoterápicos específicos, porém com resultados duvidosos, dependendo do estágio da doença.

 

Mal do coito, mal de faveiro-durina, tripanossomíase (t. equiperdum)

Sintomas: excitação dos machos, micções freqüentes, irritações da uretra, edemas nos genitais e inflamações dos gânglios inguinais, placas de despigmentação na pele do períneo e órgãos genitais. Nas fêmeas, a vulva e o úbere se inflamam, com placas de despigmentação.
Lesões: as da anemia e as descrita nos sintomas.
Material para exame: esfregaços de sangue.
Profilaxia: isolar as áreas contaminadas e os reprodutores portadores.
Tratamento: quimeoterápicos específicos e desinfecção local com uso de cicatrizantes.

 

Esponja, ferida de verão – habronemosa

Sintomas: três formas: gástricas, pulmonar e cutânea; nas duas primeiras, poucos sinais clínicos; na cutânea, granulações, obrigando o animal a coçar-se, a ponto de sangrar, atraindo as moscas para novas instalações.
Lesões: as descritas nos sintomas.
Material para exame: fezes.
Profilaxia: combate às moscas, proteger as feridas.
Tratamento: na forma cutânea cirurgia e uso de produtos cicatrizantes.

 

Verminoses – helmintíases

Sintomas: perturbações gastro-intestinais e circulatórias com mortalidade e emagrecimento, fezes sanguinolentas, cólicas e anemias.
Lesões: catarro no intestino; intestino lesionado e com vermes; úlceras.
Material para exame: fezes.
Profilaxia: não criar em terrenos baixos, alagadiços.
Tratamento: uso de vermífugos.

 

Sarnas – acarioses

Sintomas: prurido intenso à noite e nas horas mais quentes do dia; crostas na pele.
Lesões: depilação e túneis na pele.
Material para exame: raspado na pele.
Profilaxia: desinfecção rigorosa nas instalações e material de arreamento.
Tratamento: isolar os doentes, dar banhos com produtos químicos específicos.

 

Gasterofilose

Sintomas: ataca geralmente animais invernados; se o animal começar a coçar-se com os lábios, língua e dentes; emagrecimento progressivo, cólicas violentas, anemias, fraqueza e hemorragia nos casos graves.
Material para exame: partes do tubo digestivo.
Profilaxia: limpeza rigorosa, desinfecção, combate às moscas.
Tratamento: complexo vitamínico: A D E+ B.

 

Raquitismo

Sintomas: distúrbios no crescimento, magreza, articulações aumentadas de volume, pelos opacos, defeitos nos aprumos e no andar.
Lesões: as descritas nos sintomas; ossos porosos; maior porosidade nas extremidades.
Material para exame: não é necessário.
Profilaxia: alimentação balanceada, especialmente de sais minerais.
Tratamento: difícil recuperação nos casos mais graves; alimentação correta, reforço de vitaminas A D E+ complexo B, ferro e sais minerais.

 

Cara inchada – osteodistrofia

Sintomas: progressivo abaulamento dos ossos da face e aumento da espessura das mandíbulas em ambos os lados da cabeça; ossos frágeis; fraturas.
Lesões: deformações dos ossos da cabeça.
Material para exame: sangue total não coagulado; soro sanguíneo; fezes; forrageiras das pastagens; alimentos concentrados utilizados nas rações.
Profilaxia: rações equilibradas com relação apropriada de cálcio, fósforo, volumosos à base de leguminosas (alfafa); reduzir as proporções de milho e farelos de trigo ou de arroz; pastagens de gramíneas de leguminosas; correção dos solos das pastagens (calagens); evitar pastagens alagadiças; tratamento preventivo de verminose estruturas minerais suplementares com sais de cálcio e vitamina D.
Tratamento: suspender rações de concentrados à base de milho e farelo de trigo; fornecer fenos de leguminosas (alfafa); sais minerais para estabelecerem boa relação Ca:P nas rações. A administração de Ca e P pode ser injetável ou via oral.

 

Aguamento

Sintomas: congestão das mucosas; respiração acelerada; edema nos membros; pulso acelerado; dificuldades de andar; apóia os membros sobre os talões; cascos quentes e coroas inflamadas.
Lesões: as sintomáticas.
Profilaxia: boa higiene, alimentação. Tratamento: sangria, desferrar, soro hidratante.

 



Doenças de Pele

 

Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença. Tradicionalmente, os problemas de pele nos cavalos não são considerados situações particularmente preocupantes. Na verdade, alguns acabam por se resolver espontaneamente sem qualquer tipo de tratamento, embora possa demorar algum tempo. Outros, porém, tornam-se bastante críticos, quer pela possibilidade de contágio ao homem, como é o caso da tinha (infecção por fungos) e da sarna (infecção por ácaros, pequenos parasitas da pele), quer pela gravidade da doença propriamente dita e dos seus sintomas.

 

Hipersensibilidade à Picada das Moscas

(Hipersensibilidade à picada das moscas)

 

Animais com prurido intenso, por exemplo, coçam-se até no próprio arreio ou em qualquer superfície rugosa ou mesmo cortante, provocando feridas que constituem uma porta de entrada para todo o tipo de infecções. Vamos agora debruçar-nos sobre algumas situações que afectam a pele dos cavalos, começando pelas mais frequentes. Os fungos estão normalmente presentes no meio ambiente e na pele dos animais com uma certa abundância, mas apenas algumas espécies apresentam a capacidade, em determinadas circunstâncias, de causar doença (tinha ou dermatofitose). Por essa razão, uma amostra de pêlos que revele a presença de fungos não é necessariamente significativa. Por outro lado, os fungos são agentes que facilmente se instalam secundariamente quando outros factores danificam a pele, ou mesmo quando o sistema imunitário se encontra enfraquecido, não sendo por vezes a causa primária da doença. Neste tipo de infecção por fungos (dermatófitos) os animais afectados apresentam várias áreas de descamação e alopécia (zonas sem pêlo), com ou sem prurido, não estando geralmente envolvidos a crina e a cauda.

 

Infecção por Fungos

(Infecção por Fungos)

 

As situações de natureza alérgica são também bastante frequentes, podendo ser causadas por alimentos, pelo contacto com produtos químicos aplicados nas instalações, por medicamentos, por produtos de limpeza ou insecticidas aplicados sobre os animais, por picadas de insectos, etc.. As picadas das moscas são precisamente uma das principais causas de reacções alérgicas no cavalo. Existe uma grande variedade capaz de desencadear este tipo de reacções, mas as Culicoides são talvez as mais frequentes. São moscas extremamente pequenas (1 a 3 mm) mas de picada dolorosa, activas em tempo quente e sem vento (pois são fracas voadoras) e alimentam-se desde o cair da noite até ao amanhecer. As larvas desenvolvem-se em águas estagnadas. Apenas alguns cavalos desenvolvem uma reacção de hipersensibilidade às suas picadas, havendo uma certa predisposição familiar. As lesões localizam-se na cabeça, orelhas, peito, crina e base da cauda, podendo variar consoante a espécie de Culicoides. O prurido intenso é o principal responsável pelas lesões, levando os animais a coçarem-se em qualquer aresta ou mesmo a morderem-se. Esta situação tende a agravar-se ano após ano, após uma aparente melhoria durante os meses de Inverno, e não tem cura desde que estejam presentes Culicoides.

 

Infecção por Fungos

(Infecção por Fungos)

 

O seu tratamento passa, portanto, pelo controlo destes insectos através do estábulo durante os períodos em que estes se alimentam, do uso de insecticidas ou repelentes, de redes para mosquitos, e ainda pela administração de medicação apropriada de modo a eliminar ou reduzir o prurido. Outros agentes que podem causar prurido intenso são os ácaros da sarna. Estes parasitas provocam lesões com localização diferente consoante a espécie a que pertençam: na cabeça e pescoço, na base da crina e da cauda, ou nos membros, mas em fases avançadas as lesões podem espalhar-se a outras zonas. Esta doença transmite-se por contacto directo e é contagiosa ao homem, embora geralmente sem grande gravidade. Certos animais desenvolvem reacções inflamatórias superficiais em zonas brancas ou despigmentadas do corpo (geralmente no focinho e na extremidade dos membros). São processos de fotosensibilização, associados geralmente à ingestão de certas plantas ou a alterações do metabolismo do fígado. Como podemos constatar, situações aparentemente idênticas podem ter causas bastante distintas.

 

Fotosensibilização

(Fotosensibilização)

 

A base da cauda coçada e sem pêlo, por exemplo, é geralmente um sinal de parasitismo intestinal, mas também pode tratar-se de um caso de hipersensibilidade à picada de insectos, alergia alimentar, sarna ou apenas um vício comportamental. Mesmo depois do cavalo parar de se coçar ainda temos de esperar um a dois meses até a cauda voltar a crescer. Os tratamentos usados em dermatologia equina são muito variados consoante a situação a que se destinam, mas convém não esquecer que tratar os animais pode não ser suficiente: o ambiente, as camas, o material de limpeza, os arreios, devem merecer atenção pois estão muitas vezes implicados. Quanto aos cavalos de competição, fica também uma chamada de atenção: uma simples pomada, spray ou qualquer outro produto aplicado sobre a pele pode conter substâncias que, ao serem absorvidas, poderão vir a ser detectadas mais tarde nos testes de controlo antidoping.

Decomentado por:

Dr. João Paulo Marques

 



Odonto Equino

 

A odontologia eqüina é uma área relativamente nova como especialidade veterinária. Proprietários, treinadores e veterinários estão cada vez mais valorizando o exame e o tratamento dentário, incluindo-os na sua rotina.
As principais razões pelas quais há grande necessidade dessa prática são: Nós modificamos os hábitos e os padrões alimentares dos eqüinos através da domesticação e do confinamento; nós freqüentemente selecionamos animais para reprodução sem considerar problemas relacionados à dentição; e nós exigimos cada vez mais de nossos cavalos de performance, iniciando-os em esportes ainda jovens.

O papel do dentista na doma é essencial, pois o conforto promovido pelo tratamento torna o trabalho do treinador e o aprendizado do potro mais fáceis e menos estressantes, melhorando, por conseqüência, o resultado final.
Cólica, queda na performance atlética e perda da condição física podem estar diretamente relacionados à saúde oral do cavalo.
Os problemas mais comumente encontrados nos exames orais são:
1- Excesso de pontas de esmalte. Pontas dentárias, que em excesso, podem lesionar as bochechas e a língua, causando dificuldade mastigatória e desconforto com o uso de cabeçada e embocadura.
2- Maloclusão, ou seja, uma relação anormal entre os dentes superiores e inferiores, que pode causar formações pontiagudas, como excesso de pontas de esmalte, bicos e ganchos e desnivelamento, como rampas e degraus nos dentes.
3- Dente do lobo. Este dente é vestigial, não tem função na mastigação, mas pode ferir as bochechas, a língua, e/ou entrar em choque com o bridão, podendo ser extremamente desconfortável.
4- Desordens de erupção. Dentes decíduos (de leite) impactados são mais comuns do que se pensa, e necessitam de extração, pois podem causar distúrbios na erupção dos dentes permanentes, doença periodontal e dor.
5 – Fraturas dentárias. Fraturas são comumente encontradas no exame da cavidade oral de cavalos. Fraturas com fragmentos deslocados podem causar dor nas bochechas e na língua, promover exposição e eventual contaminação da polpa dentária com conseqüente doença endodôntica e formação de abscesso periapical.


É muito importante que se inicie os exames orais nos potrinhos o quanto antes, pois algumas vezes podemos observar problemas que podem ser resolvidos quando o animal é ainda jovem, prevenindo desordens que podem ser determinantes no seu desenvolvimento, assim como em exposições e competições. O cavalo pode reagir ao desconforto e à dor jogando a cabeça para o alto, balançando a cabeça, mordendo a embocadura, com falta de apoio, dificultando manobras para os lados, ou de qualquer outra forma que encontrar para rejeitar a embocadura.
Cavalos que estão em constante manutenção apresentam melhor mastigação e digestão, aproveitando melhor o alimento e diminuindo o risco de cólica. Além disso, há o conforto percebido na hora de montar.

 

O tratamento periódico, geralmente 2 vezes por ano, é essencial para a manutenção da “saúde bucal” dos cavalos pois as interferências causadas por anormalidades no desgaste dos dentes podem interferir na saúde, na performance, no temperamento e na longevidade do seu cavalo.
Enfim, a odontologia promove melhoras notáveis nos animais nos aspectos físico, atlético, e porque não, psicológico criando condições para que o cavalo desenvolva todo o seu potencial.
Fonte – Servetambiental, tudosobrecavalos


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Será que os Cavalos vêem bem?

24 03 2010



Os cavalos têm, o que se chama visão monocular – a capacidade de verem coisas diferentes com cada um dos olhos, ao mesmo tempo.

Um
amplo campo de visão tem óbvias vantagens no que à sobrevivência diz
respeito em termos de detecção de predadores e também de poderem manter
um bom contacto visual com o resto da manada. Todavia esta capacidade
de abarcar uma vasta área pode ser obtida à custa da acuidade visual, a
curta distancia.

Os músculos à volta das lentes
ópticas dos cavalos são relativamente fracos, pelo que os cavalos usam
os movimentos da cabeça e pescoço para melhorar a clareza daquilo para
que estão a olhar. Isto significa que se o cavalo baixa a cabeça, vê
com nitidez os objectos que lhe estão próximos, mas se levantar a
cabeça vê bem, a longa distância. O movimento da cabeça parece
assegurar que a imagem do objecto seja captada pela área mais sensível
da retina, a linha visual.

Link: Foto: Luísa Lima

Isto
pode explicar porque os cavalos fogem assustados de objectos que
pareciam ter estado já há algum tempo no seu campo de visão. O mais
provável é que uma mudança da posição da cabeça tenha feito com que o
objecto, de repente, se tenha tornado visivelmente mais claro, quase
como se tivesse surgido inesperadamente. Além do mais, a capacidade de
um cavalo ver um determinado estímulo dependerá de factores tais como
raça, porte, treino e estado de excitação, porque tudo isto
provavelmente influenciará o porte da cabeça e pescoço.

No
entanto, quando um objecto está focalizado o cavalo é extremamente bom
a detectar detalhes de movimentos ainda que muito pequenos: muito do
seu sistema de comunicação depende da sua capacidade de se aperceber de
mudanças mínimas na postura corporal, como por exemplo ligeiras
alterações na posição das orelhas.

Link: Foto: Paula da Silva

Os
cavalos têm um raio de visão muito grande, o que é importante para os
ajudar a detectar os predadores. Mas com que clareza conseguem eles ver
as coisas?

É relativamente pouco o que, cientificamente, se sabe sobre as capacidades visuais dos cavalos.

Como
espécie selvagem que é, os seus olhos são grandes e colocados dos dois
lados da cabeça. Isto significa que o cavalo quando tem a cabeça
levantada consegue abranger um vasto campo visual. Isto significa
também que a área que o cavalo não vê, directamente atrás dele,
coincide com a posição normalmente ocupada pelo cavaleiro e que a área
que ele não vê, directamente em frente do seu nariz evita que o cavalo
veja, quando está a comer e aquilo que come!

Link: Foto: Fréderic Chénnu

fonte: equisport-pt

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Hipoterapia

23 03 2010

 

A hipoterapia é um recurso terapêutico, rico em estímulos motores, sensoriais, emocionais e cognitivos. Utiliza-se o cavalo dentro de uma abordagem multidisciplinar e transdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, procurando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ ou com necessidades especiais.
A utilização do cavalo como instrumento terapêutico, proporciona um movimento tridimensional
, variável, repetitivo, com ritmo e cadência no qual se pode graduar a intensidade e a quantidade de informações sensoriais ao paciente autista ou com deficiência mental.
Enquanto montado, em movimento, através das andamentos (passo, trote e galope) do cavalo, o SNC (Sistema Nervoso Central) apresenta uma intensa activação sináptica através dos sinais de input e output que favorecem os ajustes posturais, motores, respiratórios entre outros, permitindo que o paciente permaneça em “alerta” facilitando a aprendizagem, memorização, concentração, cooperação, socialização, organização esquema corporal, aquisição de estruturas tempo-espaciais, assim como, o equilíbrio, a tonificação muscular e a comunicação verbal e gestual.
O trabalho da percepção espacial e do esquema corporal é baseado nas sensações tácteis, vestibulares e proprioceptivas. A pessoa, na Hipoterapia experimenta os sentidos da visão, olfacto, tacto, audição e em diversos momentos o paladar com acentuada intensidade.
O Terapeuta e o cavalo estimulam, desenvolvem e integram estes sentidos objectivando a organização da informação sensorial assimilada e das acomodações corporais, o ritmo e o movimento.
Na Hipoterapia, o apoio físico é dado pelo cavalo através da sua massa corporal e o apoio psicológico pelo terapeuta através do contacto físico, jogo de olhares, linguagem simples e tranquilizadora. O cavalo assu
me simbolicamente a função protectora (mãe) que transmite calor, ritmo, balanço, massa corporal e apoio.
Através de actividades diferenciadas como percursos, jogos e músicas realizadas dentro do programa terapêutico, ocorre a descoberta do espaço e do potencial do paciente devido a gama de informações transmitidas pelo animal face às diversas oscilações corporais e a tentativa constante da manutenção corporal (equilíbrio) em função da activação do sistema vestibular.
Deve-se observar que as crianças autistas ou com deficiência mental têm uma forma diferente de se expressar e se comunicar, portanto, é imprescindível dar prioridade á forma de comunicação (evitar linguagem abstracta) a ser utilizada devido ao pensamento concreto que estes pacientes possuem.
Analisando o cavalo verifica-se que ele é um ser vivo rico em informações e comunicação propriedades necessárias para a estimulação da integração social.
Como resposta terapêutica os resultados são benéficos pois estes pacientes apresentam aumento da tolerância (menos irritadiços), satisfação pessoal demonstrada através de sorrisos e risos, melhoria da percepção corporal, atenção, maior proximidade e contacto com o animal (condução e cuidados) como também aceitação ao contacto físico e visual e diminuição dos movimentos estereotipados, transformando-os em movimentos funcionais. A fala apresenta-se mais contextualizada e com maior facilidade em expressar seus desejos.

 


Fonte: Universo Autista | Beatriz Berro Marins
Texto adaptado para divulgação no site do Instituto Indianópolis

Algumas patologias que beneficiam com a Hipoterapia:
Deficiências Auditivas, Visuais e Mentais, Paralisia Cerebral, Epilepsia Autismo Amputados, Alterações de Comportamento, Lesões Medulares, Acidentes Vasculares, Espinha Bífida, Trissomia 21, Esclerose Múltipla, Síndroma de Down.

 

 

fonte: tudobobrecavalos


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Prova de adestramento online !!

22 03 2010

Quer competir com cavaleiros do mundo todo sem sair de casa?

No site Interdressage cavaleiros de todas as idades e todas as categorias podem competir entre eles sem ter que sair de sua cidade, em competições mensais por vídeo online. Todos as provas de adestramento são julgadas por juízes britânicos  com a ajuda e conselhos de instrutores profissionais.

Para competir no Interdressage você paga uma taxa de inscrição de £10 e assim poderá competir contra cavaleior de todo o mundo. É uma ótima oportunidade para avaliar o progresso do treino com seu cavalo.

www.interdressage.com

fonte hipismo & co

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