Assistam essas quedas de cavalos e deixem seus comentarios !!!

13 01 2010

Quedas parte um !!

http://www.youtube.com/watch?v=Z5IHZtjkz0M

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Ligas como usa – las

13 01 2010

Em primeiro lugar é necessário saber que existem ligas para trabalho e ligas para descanso. Embora diferentes, ambas são destinadas a proporcionar conforto e proteger o animal, mas para que exerçam tal função é importante que sejam sempre utilizadas da forma correta. A má utilização das ligas pode trazer transtornos para os animais e pessoas envolvidas.


Existem alguns fatores que devem ser observados durante a colocação de uma liga:

Além de uma pressão moderada, esta deve ser constante em toda sua extensão, caso contrário, uma pressão em diferentes pontos pode causar inflamações nos tendões do cavalo comprometendo a vida esportiva do mesmo.

A colocação da liga deve iniciar-se logo abaixo do joelho, ir até o boleto e voltar novamente em direção ao joelho.

A colocação dos panos de proteção deve ser muito bem feita, pois se houver dobras ocorrerá em uma pressão diferente em determinado ponto, podendo causar inflamações.

Nas ligas de proteção, a utilização dos panos de proteção é indispensável.

Se todos os aspectos acima citados forem levados em consideração, o uso das ligas pode ser feito sem nenhuma contra-indicação. Pelo contrário, as ligas proporcionarão conforto redobrado na hora do trabalho, e durante o descanso do seu animal.

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fonte: hipismobrasil.com.br





As mais Impressionantes quedas . Assistam e comentem.

11 01 2010

Quedas parte 2

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Nutaliose equina .

10 01 2010

Transmissão

A Nutaliose é transmitida principalmente pela picada do carrapato, porém há outros insetos sugadores como as pulgas e os mosquitos, que também podem transmiti-la. Os protozoários causadores são o Babesia caballi e o Babesia equi. O parasita infesta as células do sangue e as destrói, causando uma anemia de grau variável. Se ela for muito intensa, observa-se o animal triste, magro, com febre, fraco, com as mucosas amareladas, pelagem feia e pode até morrer. Porém o mais comum é uma anemia branda, quando se observa cansaço após o exercício e diminuição da performance atlética.

Diagnóstico

Para ter o diagnóstico confirmado deve-se recorrer ao exame de laboratório, denominado exame de Piroplasmose, que é um teste seguro aceito na maioria dos países do mundo. Para se realizar este exame, utiliza-se aproximadamente 5ml de sangue sem anticoagulante (qualquer frasco serve para coletar o sangue, desde que esteja bem limpo e seco). Pode-se fazer também a pesquisa de hematozoários, que é mais antiga e conhecida, mas ela só funciona bem para detectar casos agudos, quando o animal tem febre alta.

Para fins de viagens internacionais, este é um dos exames necessários para o controle fitosanitário de cavalos e para sua conseqüente liberação. Felizmente, para o plantel brasileiro, esse modelo de exame possui baixa sensibilidade e pode-se tratar o portador crônico para que seus anticorpos desapareçam momentaneamente e o animal possa viajar alguns meses após o início do tratamento.

Porém, já existe a probabilidade de se tornar obrigatório um teste moderno e mais sensível, denominado “Elisa”. Este teste detecta os portadores crônicos, mesmo que apareçam como negativos na fixação de complemento. Isto, para a criação brasileira, poderia se tornar um verdadeiro desastre, já que um número tão alto de animais está contaminado. Isto poderia significar o término de várias carreiras internacionais para alguns cavalos brasileiros de renome.

Portanto torna-se urgente a aplicação de medidas de controle de infecção nos criatórios, para no futuro continuarmos firmes no mercado eqüestre internacional.

Controle

A única medida eficaz para o controle da Nutaliose é combater os carrapatos por todo o haras e áreas freqüentadas. Para isso é necessário identificar a espécie correta de carrapato que está parasitando os cavalos. Isto pode ser feito através de uma aplicação do teste “Elisa” em todo plantel a fim de detectar exatamente as espécies que estão presentes. Não basta simplesmente identificar o carrapato visualizando-o, pois existem espécies que não se deixam ser visualizadas ou raramente aparecem. Detectando o intruso, o próximo passo é conhecer seus hábitos, tornando o combate mais efetivo, pois cada espécie tem um ciclo diferente e devem ser combatidas em diferentes épocas e períodos. O recomendável é a visita de um técnico especializado que possa avaliar as medidas adequadas a serem implantadas na propriedade. Assim, poderá se planejar adequadamente os banhos estratégicos, o controle das plantas invasoras nos campos e o manejo das pastagens.

Tratamento

A Nutaliose provocada pela Babesia caballi pode ser combatida pelo sistema imunitário do animal que a elimina da circulação sangüínea. Já a Nutaliose provocada pela Babesia equi não pode ser eliminada pelo animal. Infelizmente ele se torna um portador crônico pelo resto da vida. Existem medicamentos disponíveis no mercado que podem controlar a doença, porém não eliminá-la. Se houver uma queda de resistência no organismo do animal, é provável que a doença se manifeste em sua fase aguda, tendo que fazer a manutenção através destes medicamentos. Deve-se deixar os cuidados a cargo de um veterinário, pois os medicamentos são todos muito tóxicos e produzem muitas vezes efeitos colaterais sérios que só um profissional especializado saberá como contornar.





Gordura x Músculos x Trabalho x Proprietários…

9 01 2010

Gordura x Músculos x Trabalho x Proprietários…

Fonte:Aluisio Marins MV
Foto: Ney Messi

O assunto parece comum ou até mesmo científico demais, mas vale a pena lembrarmos sempre as diferenças básicas que estamos habituados a ouvir, mas que nem sempre praticamos.

Existe uma diferença entre um cavalo gordo e um cavalo obeso, assim como entre um cavalo magro e um cavalo musculado. Vamos aos factos: cavalos são animais que entram em condição física através de factores básicos como maneio alimentar e trabalho. Quanto mais um cavalo come em termos de energia, proteína e outros nutrientes, mais este cavalo deve gastar aquilo que come. Engana-se quem acha que um cavalo em boa condição física é o gordo, redondo. O cavalo em condições físicas adequadas é o cavalo que está atleticamente postado em termos físicos.

O organismo do cavalo tem como fonte de energia primária o açúcar ou o carbohidrato que é ingerido. A partir de um momento, quando se faz muita ingestão de carbohidratos para pouco gasto, inicia-se o processo de formação de gordura, que é então armazenada e só aumenta com o tempo. Quando um cavalo começa a trabalhar, esta gordura vai sendo “queimada” e em vez dela entra o aumento da massa muscular que vai sempre ser trabalhada nas sessões de treino.

Obviamente que não estamos a entrar em méritos muito científicos ou aprofundados, mas basicamente é isso que acontece com os cavalos que trabalham pouco e comem muito e com os que trabalham muito e comem bem. Por isso, vale o recado que um cavalo se deve alimentar de nutrientes que ele utilize na sua vida desportiva ou de trabalho. Isto deve ser medido e calculado por um veterinário ou um zootécnico, que são os que entendem desse assunto muito mais do que os proprietários.

É muito comum recebermos cavalos muito acima do peso, e que são considerados pelos donos cavalos saudáveis e bonitos. Pensar que gordura e obesidade são sinais de saúde ou beleza é pior do que termos cavalos abaixo do peso que lhes seria ideal. Consulte um profissional competente e que saiba direccionar o maneio alimentar de seus cavalos de acordo com a actividade física que praticam, estilo de vida que levam e principalmente a função de cada um dos cavalos da sua propriedade.

fonte-equisport-pt





Quanto Custa um Veterinario

9 01 2010


Primeiramente, nós gostaríamos de dizer que não há um preço que regularize os serviços de um veterinário. O que existe de fato é uma acordo entre eles, que elaboram um tabela de honorários. Isto acontece através de uma associação que representa a classe. Cada estado possui sua própria associação, mas no entanto os preços variam muito de localidade para localidade. No Distrito Federal ou em Minas, por exemplo, os preços cobrados por médicos veterinários são bem próximos aos cobrados em São Paulo. Isto já não acontece na região Norte, onde uma consulta veterinária é mais cara devido a pequena quantidade de profissionais da área.

No geral, os preços da consulta variam entre um a dois salários mínimos, conforme a região ou o profissional em questão. Para calcular, o preço a ser cobrado cada médico veterinário baseia-se em três fatores básicos:

Valor profissional

Equivale ao preço da “mão-de-obra”. Esse preço varia conforme o tempo de experiência do veterinário em questão, bem como sua especialidade. Profissionais recém-formados costumam cobrar um preço mais baixo.

Deslocamento

É calculado segundo a distância do local onde o animal será atendido. Neste item, entram valores gastos com combustível, possíveis pedágios, estacionamentos e, se for o caso, desgaste do veículo utilizado (a casos de veterinários que não cobram esta taxa, no entanto, pedem para que o proprietário do animal vá busca-lo.

Procedimento médico

Baseiam-se nas atitudes que o veterinário ira tomar, tempo em que permanecerá acompanhando o animal. Os medicamento utilizados podem estar incluídos no valor da consulta ou ainda cobrados a parte.

Mas do que a garantia de uma boa economia, a presença constante de um veterinário, seja em um haras, hípica ou pensão, fornece um estado de tranqüilidade para os proprietários de cavalos. Todos, sem dúvida, ficaram mais confiantes em saber que seu cavalo esta sendo acompanhado por um profissional. Para que esta confiança seja ainda mais forte, é importante que veterinário e proprietário mantenham também um contato freqüente. Isto garantirá uma troca maior de informações, o que é de fundamental importância para o bom estado de saúde do animal.

fonte;cowboydoasfalto





Turismo a Cavalo

8 01 2010

Turismo eqüestre se fortalece no Brasil

O turismo a cavalo no Brasil desponta: não a galope, mas já arriscando os primeiros trotes. Não se trata da meia dúzia de cavalos que um hotel-fazenda mantém para entreter os hóspedes. O turismo eqüestre propõe passeios organizados e maiores, com animais de qualidade, guias treinados e mais atenção àquele que está em cima do bicho.

Esse filão já tem mercado em 50 países. Só na América do Sul, cinco países organizam profissionalmente cavalgadas. E o Brasil agora também começa a querer fazer parte dessa “tropa”.

Em 2006, três anos após a implantação do Caravana Brasil – projeto que divulga o país como produto turístico no mercado internacional -, a Embratur trará operadores estrangeiros para conhecer a infra-estrutura do turismo eqüestre no Brasil. “Embora não seja um segmento prioritário, é como o golfe e pesca esportiva. Ou seja, um turismo qualificado, que traz um visitante que fica mais dias e gasta mais”, diz Jurema Monteiro, gerente de apoio da Embratur.

Uma das primeiras iniciativas do setor no país foi a Cavalgadas Brasil (www.cavalgadasbrasil.com.br), operadora criada em novembro de 2005. A empresa montou dez roteiros para cavalgada no Brasil. São eles: Pantanal, na região de Aquidauana (MS), ilha de Marajó (PA), Itacaré (BA), nos arredores do Parque Nacional de Itatiaia (divisa entre Rio e o sul de Minas), Serra da Bocaina, Lages e Bombinhas (SC), Aparados da Serra (RS), Itu e Dourado, ambas em São Paulo.

Os operadores desse tipo de turismo têm duas barreiras para ultrapassar. Uma delas é desvencilhar a cavalgada do hipismo, ou seja, de que é preciso gastar para uma fortuna para ter o hábito de andar a cavalo. “A cavalgada é para quem pode viajar, mas não é para milionário. Por cerca de R$ 200 por dia, o turista tem pousada, refeições, cavalo, guia e seguro”, diz Paulo Junqueira Arantes, 54, sócio da Cavalgada Brasil.

A segunda é criar diferentes tipos de cavalgada, que vão além da voltinha em torno da fazenda com bichos calmos e lentos – perfeita e necessária para quem está começando, mas entediante para quem já tem certo currículo.

Os estrangeiros, em geral, gostam de passeios maiores, com até dez dias, sobretudo no Pantanal. Os brasileiros se contentam com os de um dia. E, em ambos os casos, para quem gosta de cavalgar, a hospedagem não é o item que mais importa, mas sim a segurança e a qualidade da travessia e a paisagem avistada.

E esta última temos de sobra, dignas de cinema. Não temos a cavalgada no topo das montanhas escarpadas, circundadas de pinheiros salpicados de neve, mas o Brasil pode se gabar por seus percursos também de tirar o fôlego, como nas terras altas da Mantiqueira.

Cavalgar é conhecer cada um desses lugares de maneira única, com a visão de 1,5 m a 2 m acima do que os nossos olhos humanos proporcionam, atingindo lugares de acesso quase impossível aos nossos pés ou aos veículos por nós inventados, num passeio silencioso e de qualidade rara, que não ataca a mata nem espanta a fauna.

Na cidade de Pirahy, em São Paulo, passeio combina história e visão cinematográfica

Depois de cavalgar, descansar numa casa de fazenda de 1680 soa como música para amantes desse tipo de atividade. Na histórica fazenda Pirahy, em Itu, a 103 km de São Paulo, o cavaleiro encontra hospedagem intimista e caseira.

Há chalés com quarto e cozinha ou apenas suítes fora da sede, mas o melhor é se hospedar em um dos quatro quartos da casa. Com decoração de móveis recolhidos em antiquário, fazem o turista se sentir no século XVIII. Há detalhes a serem aprimorados, como o espelho do banheiro (um tanto manchado) ou uma luz de emergência à mão (caso falte energia); nada que comprometa.

No passado, essa fazenda teve alambique (que ainda está conservado) e cafezal e produziu leite. Os primeiros proprietários eram bandeirantes e deixaram como herança o casarão, que, ao longo, dos anos, recebeu modificações, como um segundo andar e uma tulha de café. Para virar um hotel, surgiram banheiros.

O hóspede da sede da fazenda faz as refeições com os donos da propriedade, ali, na mesa da cozinha, servindo-se dos pratos que estão em cima da pia.

Já quem fica abrigado nos chalés saboreia o café da manhã e o almoço num rancho próximo ao casarão, servido por Sandra Neves, uma quituteira experiente, apesar de ter apenas 19 anos. A diária da fazenda inclui só o café, e as demais refeições saem por R$ 20 cada uma.

É daí que partem as cavalgadas em torno da área da propriedade, e os cavaleiros são recepcionados com bolo de fubá e cafezinho.

Para os não-hóspedes, é preciso haver pelo menos duas pessoas interessadas; com hóspedes, o tour pode ser individual –mas sempre à parte da diária. Em ambos os casos é preciso reservar, e os passeios podem acontecer todos os dia da semana.

Apenas uma cavalgada é fixa: a da lua cheia, que ocorre no sábado da semana em que o satélite natural da Terra se mostra redondo no céu –e inclui um jantar com comida caipira e cantoria.

Outra cavalgada sai dos domínios da fazenda, percorrendo as terras de algumas das propriedades igualmente históricas vizinhas da Pirahy, caso das fazendas Cana Verde e Capoava.

“O melhor é ver o mundo do alto.” Esse foi o comentário de Cristiane Augusto, 36, hóspede da fazenda que voltava a cavalgar após mais de uma década no dia da visita da Folha à fazenda. E esse alto da fala de Cristiane pode ser duplo: do alto do cavalo ou do alto dos morros da região ituana.

A área rural da cidade é presenteada com morros e vales –muitos deles pipocados de pedras–, que seriam quase inalcançáveis por outro meio de transporte. Os cavalos (a Pirahy tem cerca de 30, sobretudo mangas-largas) vão para o alto e para baixo dessas montanhas, ziguezagueando por entre lagos, rios e trilhas.

Ali vêem-se os búfalos criados na fazenda, com cara de poucos amigos e tomando conta de seus filhotes; um gavião em pleno vôo; o gado descansando no morro.

Para completar, durante todo o trajeto, o cão buldogue Spike, que vive ali na Pirahy, segue a tropa, como se fosse mais um dos cavalos. Só faltam sela e cavaleiro.


Todas as fotos são do sites http://www.cavalgadasbrasil.com.br e http://www.fazendapirahy.com.br





Agora e tempo de ….. dicas de manejo

7 01 2010


Agora é Tempo de …
Darmos especial atenção às quartelas dos nossos cavalos.

A lama e a humidade próprias da época acumulam-se na parte inferior dos membros, proporcionando o aparecimento de bactérias que se desenvolvem especialmente em meios húmidos, provocando a formação de crostas e caspas húmidas nas quartelas e canelas “chamadas arestins” que, se não forem limpas podem provocar manqueiras, e dermatites.

Como sempre, a prevenção facilita-nos a vida – para esse efeito deve espalhar-se areia de pedra nas entradas dos campos, junto aos bebedouros colectivos e em frente aos abrigos de campo, minimizando as zonas com mais lama e aplicar uma pomada (à base de zinco ou de parafina liquida) para agir como barreira às bactérias antes de trabalhar o seu cavalo ou de o soltar no campo.

Para limpar a lama existente nos membros é conveniente esperar-se que sequem antes de os lavar ou escovar com uma escova que não seja demasiado dura, o que poderia agravar a situação.

… Verificar o meio de transporte do seu cavalo (roulote/camião). Para evitar problemas futuros leve o meio de transporte à oficina para fazer uma revisão geral: chão, travões, pneus, jantes e parte eléctrica. Em casa ode verificar várias coisas:

1. Lave-o bem para expor as áreas onde possam ter aparecido ferrugem ou podridões. Dê especial atenção às zonas susceptíveis a maior desgaste tais como molas, dobradiças, junções e cantos onde se possa ter acumulado mais lixo:

2. Verifique se existem sinais de desgaste no chão, tanto no interior como por baixo, após ter levantado previamente a borracha que o forra. Pegue numa chave de parafusos e não tenha medo de a espetar em qualqeur zona que lhe apareça suspeita – pense na resistência que o chão necessita ter para suportar o peso do seu cavalo e actue adequadamente!

3. Lubrifique com um produto próprio as molas, fechaduras, enganches e o próprio macaco.

4. Atrele a roulote e verifique cuidadosamente a parte eléctrica.

5. Verifique a pressão dos pneus.

…Aproveite para fazer uma limpeza profunda aos arreios. Desmonte-os e lave-os profundamente com sabão inglês, verificando ao mesmo tempo se existem peças que necessitam ser concertadas ou substituíds. Depois de os deixar secar convenientemente, unte-os com um produto adequado.







Aprender a Montar

6 01 2010

Para aprender a montar, o fundamental para ser bem sucedido mantém-se, quer seja o seu objectivo atravessar belas paisagens em passeios pelo campo, quer tenha sonhos de competir internacionalmente: um óptimo professor, um cavalo adequado e um ambiente seguro. Perante a vontade de aprender, aspectos como a idade e a existência de uma deficiência são aspectos irrelevantes, devendo, neste último caso, existir um aconselhamento médico e procura de uma escola e um professor qualificados.

Caso surja oportunidade de montar um cavalo ou um pónei de um amigo deve sempre adquirir bases sólidas podendo, para além de fazer aulas de equitação, pedir conselhos aos seus amigos com experiência na área e procurar em revistas de equitação as opções que lhe convém. Encontrar uma boa escola de equitação que lhe dê estas bases não é difícil, por exemplo em Inglaterra, a garantia de altos desempenhos é dada pelas escolas membros da Associação das Escolas de Equitação Britânicas e a aprovação pela British Horse Society reconhecida mundialmente; nos Estados Unidos, existe o Programa de Certificação do Instrutor de Equitação Americano, embora, segundo a Federação Equestre Nacional dos Estados Unidos, existam só instrutores que não cumpriram este programa.

Escolher uma Escola de Equitação:

Após ter feito uma pesquisa de possibilidades, faça uma visita as instalações e assista a uma aula para principiantes. Para avaliar a qualidade de uma escola deve ter em conta alguns pontos essenciais:

*

Cavalos e póneis que aparentem estar em boa forma e serem amigáveis;
*

Cavalariças limpas;
*

Arreios e equipamentos limpos e em boas condições;
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Estábulos, vedações e campos bem arranjados;
*

Empregados simpáticos, alunos que pareçam satisfeitos e professores competentes.

Todavia, deve ficar reticente se observar:

*

Cavalos em más condições físicas e que ameaçam morder ou dar coices;
*

Ferramentas e equipamento espalhado ao acaso;
*

Arreios sujos ou partidos;
*

“Paddocks” de má qualidade e edifícios e vedação em mau estado;
*

Empregados antipáticos e professores rudes.

O Equipamento Essencial para montar:

O mais importante na compra de equipamento é você sentir-se confortável e seguro. É essencial uma protecção para a cabeça, ou “toque”, que tenha um tamanho adequado e obedeça aos padrões de segurança, assim como calçado seguro: as botas jodhpur ou as botas de borracha são uma solução muito pouco dispendiosa. Usar botas de sola rígida ou calçado desportivo torna-se perigo dado que podem escorregar para dentro dos estribos ou estes podem ficar na ponta dos pés.

Caso não queira investir em calções de montar no início, opte por roupas nem muito largas nem muito apertadas, calças sem costuras de lado (são muito mais confortáveis que “jeans”) e umas luvas de algodão ou lã. Pode também adquirir um colete de protecção, quando iniciar o salto de obstáculos, principalmente em “cross country”.

As primeiras lições:

As primeiras aulas devem ser individuais, podendo mais tarde ter lições em grupo onde tirará mais proveito e divertimento.

Provavelmente no inicio, sentir-se-á um pouco nervoso e surgir-lhe-ão questões tais como:

*

Será que vou fazer figura de “parvo”?
*

Será que vou perder o controlo?
*

Será que vou cair e magoar-me?
*

Será que vou ter dores depois de montar?

A resposta deve ser sempre não. O professor deve estar sempre no controlo, escolhendo um cavalo calmo e experiente e conduzi-lo por uma guia (uma rédea longa com que se controla o cavalo enquanto este anda em círculo), assim, só tem que seguir as indicações e fundamentos do professor, ficar bem concentrado e adaptar-se ao movimento do cavalo.

No inicio, o ideal é montar uma vez por semana, no entanto se o fizer duas vezes por semana vai progredir mais rapidamente. Entre as aulas pode nadar, pedalar ou saltar á corda pois estes exercícios ajudam a tonificar os músculos que são utilizados quando monta.

Comunicar com os Cavalos:

Ao aprender a montar você também vai estar a apreender a comunicar com estes animais.

A sua postura quando se senta em cima do cavalo é muito importante, e não é apenas para ficar bonito, mas também para que consiga dar indicações ao cavalo com o assento, as pernas, as mãos e também a voz. A primeira coisa a aprender é manter o equilíbrio a passo, depois a trote e em seguida o galope.

No passo, deve conseguir contar até 1,2,3,4 ao ouvir as batidas dos cascos; no trote o ritmo é 1,2 à medida que o cavalo avança as pernas em pares de diagonais; no galope o cavalo já se move a um ritmo de 1,2,3. A galope o cavalo dá passadas maiores com um dos membros anteriores, assim ao galopar em círculo, este membro deve ser o do lado de dentro devido ao equilíbrio. Nenhum cavaleiro, nem mesmo os melhores, deixa de aprender e é sempre necessário muita prática. Pode ter em conta os seguintes conselhos:

*

Não olhe para baixo mas sempre para onde quer ir;
*

Não sustenha a respiração, pois fica mais descontraído;
*

Ao segurar as rédeas pense que têm um passarinho nas mãos agarre-o para que não fuja mas não o aperte para não o magoar;
*

Ao trotar ou a galopar tente captar o movimento com a cintura; um bom cavaleiro apesar de parecer que está quieto acompanha o movimento do cavalo.

Compreender a mentalidade do Cavalo:

Para aumentar a sua confiança tente apreender a lidar com os cavalos e a pensar como eles: sempre que possa mexa, limpe e aparelhe os cavalos, ao mesmo tempo que fala com eles calmamente: evite os gestos bruscos e sons fortes, pois até o pónei mais dócil pode assustar-se com estes estímulos.

O cavalo, têm um ângulo de visão de aproximadamente 360º, com um ângulo morto à frente, devido aos seus olhos estarem nos lados da cabeça. Utilize a linguagem corporal para comunicar com os cavalos, (por exemplo: se os olhar directamente nos olhos, têm tendência para se afastarem), mas sempre aproximando-se por um lado em que o possam ver.

Fazendo Progressos:

Ao longo da sua aprendizagem, não deve resistir ao deparar-se com obstáculos difíceis de ultrapassar ou se não tiver uma evolução contínua, deve procurar o seu professor sempre que algo o preocupa.

A etapa que sucede à aprendizagem das bases à guia é montar em escola num recinto fechado. Geralmente este recinto tem à volta letras A, K, E, H, C, M, B e F, que não têm um significado conhecido mas a frase em inglês “All King Ed ward´s Horses Can Manage Big Fences” é uma boa mnemónica. Estas letras servem de ponto de referência ao fazer os círculos. Pode juntar-se a um grupo para fazer aulas em campo aberto, após ter conseguido andar a passo, trote e galope com segurança. Isto vai ajudá-lo a ganhar confiança e também a aperceber-se que os cavalos se tornam mais atentos ao que os rodeia nesse meio que em recinto fechado.

Observar cavaleiros mais experientes, (a trabalhar, em vídeo, em competição vai também ajudá-lo pois vai ter uma noção visual da maneira correcta de montar podendo isso influenciá-lo.

Trabalho sobre Obstáculos e Trabalho no Plano:

Trabalhar sobre cavaletes e obstáculos pequenos só lhe vai trazer vantagens, mesmo que goste de sentir os pés do seu cavalo bem assentes no chão: para além de incentivar o cavalo a fazer uso dos membros posteriores no trabalho vai ensinar-lhe a captar o ritmo do cavalo, a coordenar os movimentos e a equilibrar-se. O cavalo cria a sua impulsão (energia) na parte de trás, na garupa e nos membros posteriores, enquanto que essa energia é controlada e dirigida pelas suas mãos, é por isso que os saltos e o trabalho no plano são actividades que se complementam.

A sua iniciação nos saltos irá ser feita com varas no chão e cavaletes. Vai aprender a montar sobre linhas de varas paralelas cuja distância vai ser adequada as passadas do cavalo. Com o passar do tempo o percurso de obstáculos vai fazer combinar todas as técnicas que aprendeu.





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4 01 2010

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